Virtuoso é quem tem virtude

Agrupamentos Sociais

Erich Cavalcanti

2007

   A sociedade, tal como é analisada, permite a existência – e posterior visualização – dos chamados grupos sociais ou agrupamentos sociais. Sabemos que a sociedade será todo o conjunto de pessoas que realizam dentre si relações sociais, portanto definir-se-ia a própria sociedade como um grupo social. Porém, a concepção de agrupamento social será ligada aos grupos dentro da sociedade.

   Estes grupos inseridos numa sociedade apresentarão um aspecto de semelhança que permitirá a união do grupo. Tal aspecto pode ser desde uma familiaridade, a uma ideologia, jeito de ser ou objeto de desejo, o que importará – em verdade – é apenas a união que ocorrerá.

   A maneira como esses grupos são formados – relações que geram eles – divide-os em duas concepções principais: Grupos Primários e Grupos Secundários. Os primários caracterizam-se por apresentar relações mais íntimas entre os integrantes – como uma família ou tribo urbana – enquanto os grupos secundários são caracterizados por apresentar relações mais formais e distanciadas – seria como integrantes de uma ONG, do corpo administrativo dum colégio ou dum batalhão militar que segue para a guerra.

   Ao ser formado o grupo ele deverá se sustentar, isso é realizado quando se efetiva moralmente as normas gerais do grupo. Portanto, cada grupo começará a ter características organizacionais próprias, sendo elas costumes, morais e direito. O costume será algo que torna-se comum ao grupo mas que não abala a estrutura do mesmo, seria portanto algo de pouca relevância mas que é utilizado. As morais são bases para a estrutura grupal, sendo, portanto, instrumentos principais da ordem do grupo, tal que, quando alguém chega a descumprir as morais do grupo poderá ser evidentemente punido. Por fim, nessa concepção é analisado o “direito”, este que controlará toda a estrutura grupal ligada à regulamentação das ações podendo definir o que deve ser realizado e quando.

   Para entrar em um grupo é como se o ser nascesse novamente, já que adentra ideologias e concepções já formadas e terá de aos poucos aprende-la. Este ultimo detalhe se confunde intensamente com a concepção de sociedade, pois entrar para um grupo é quase o mesmo que entrar para uma nova sociedade – só que em escalas menores.

   Devo lembrar que os agrupamentos sociais, além de serem formados por semelhanças, desenvolvem, após suas moralidades, o senso de idealização onde observa-se o que o grupo deve alcançar e procura-se formas viáveis de o conseguir.

   Os agrupamentos sociais são mais bem visualizados nos centros urbanos e, dentre os jovens, são – em geral – vistos como tribos urbanas, cada uma delas com uma concepção moral, costumes e direitos diferentes. 

   Bibliografia:

   Wikipédia, a enciclopédia livre.

   http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/chimpanzes1.asp

   http://www.educarede.org.br/educa/img_conteudo/Convivencia.htm

   http://www.marxists.org/portugues/moreno/1969/moraleatividaderevolucionaria/p1.htm

   http://www.sampaonline.com.br/todomundoteen/solange2002set.htm

   www.mundojovem.pucrs.br/subsidios-grupo_jovens-03.php

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