Virtuoso é quem tem virtude

Meio Ambiente Brasileiro

Erich Cavalcanti

Entre 25/05 e 01/06 de 2008; o registro de data não foi muito preciso.

 

 Meio Ambiente Brasileiro e suas notícias

 

 A maior parte da floresta amazônica está situada no território brasileiro e isso nos dá uma grande responsabilidade, afinal, ela tem imenso potencial. As riquezas lá presentes ainda não foram em totalidade exploradas, tribos indígenas vivem lá sem nem saber o que é tecnologia, o processo de desmatamento da floresta foi tal que regiões – com tamanho de estados – foram desmatadas e temos ainda estrangeiros que lá abrigam ONG’s que pretendem defender o ‘pulmão do mundo’.

 

 Sumariamente devemos ter ciência do que eles [estrangeiros] dizem e entender a verdade. A primeira verdade é que a Amazônia, tal como todas as florestas, não tem capacidade de ser o pulmão do mundo; Sim, ela [a floresta] pode amenizar o clima, manter o solo vivo e preservar imensa diversidade, porém isso nada tem haver com a idéia de ‘dar’ oxigênio ao planeta. É sabido que toda árvore consome carbono pela manhã e consome oxigênio pela noite. Os verdadeiros pulmões são plantas subaquáticas/aquáticas, que não consomem e momento nenhum oxigênio, apenas o expelem e ‘consumem’ gás carbono.

 

 Outra coisa que nos é dita é sobre o etanol. Comunidades internacionais não gostam da atitude do governo brasileiro o qual incentiva os biocombustíveis, dizem se tratar de uma medida maléfica que incentivará a destruição da Amazônia e gerará impacto quanto à produção de alimentos. Essas afirmações são bem estranhas e parecem vir de pessoas sem embasamentos nas próprias pesquisas. Segundo pode ser notado por sensos internacionais bem analisados, a produção de etanol por milho existente nos estados unidos que é maléfica, pois além de custosa, exige grande quantidade de hectares para plantio, o que atrapalha o uso do milho no setor alimentício. Enquanto isso, no Brasil, o etanol provindo da cana-de-açúcar é barato, exige poucos hectares e demonstra rendimento energético. São contradições notáveis, quando o que crítica age pior do que o que é criticado. O Brasil vem se tornando, durante o governo Lula, um exemplo na integração de etanol, produção de alimentos e redução do desmatamento, segundo afirma Maggi [governador do Mato Grosso].

 

 Devemos entender, pois, que estão surgindo críticas infundadas as quais, sem termos conhecimento do assunto, aceitamos de “cabeça baixa”. O Brasil deve iniciar a se impor e demonstrar que cuida do seu próprio território, ao invés de apenas se defender das ‘pauladas’ de governantes europeus e norte-americanos, pode-se começar a criticá-los, mesmo que indiretamente. Tal como fez o presidente brasileiro nesta sexta-feira [30/05] ao afirmar que o Brasil não aceitará opiniões sobre o meio ambiente de países que não cuidam do próprio meio ambiente e são responsáveis por grande parte das emissões que atenuam o efeito estufa.

 

 Realizando um breve comentário sobre as tribos indígenas temos que: os povos indígenas, enquanto vistos como ‘povos indígenas’ serão apenas geradores de um país em potencial. Pois não se sentem parte da nação e são incentivados – por ONGs – a se verem como donos das terras. Sim, ‘eles’ eram donos do território americano. Porém agora, após séculos, existe uma idéia de nação brasileira e uma visualização de nossa dimensão. ONGs estrangeiras parecem desejar usar índios como “laranjas”, incentivando-os a ampliar as reservas e dando autonomia a estas, seria criar estados independentes supervisionados por nações estrangeiras que, tal como exemplos espalhados pelo mundo, controlariam indiretamente –ou até diretamente- a região.

 

 O modo como tratamos a Amazônia, um dos tesouros do Brasil, vem sofrendo estranhas críticas e isso deve ser corretamente avaliado. Se existe ou não alguma intenção de retirar a Amazônia da mão dos brasileiros é algo que não sabemos, é uma especulação conspiratória. Afinal, cometemos erros e o governo vem tentando corrigi-los, mas os países de 1º mundo também cometeram e comentem grandes erros, deveriam se preocupar em “pôr ordem na casa” ao invés de “ficar olhando pela janela”.

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