Virtuoso é quem tem virtude

Política e Ideologia no Esporte

Erich Cavalcanti, Adauto Silva, Thiago Nascimento, Jandimário Reis e Vanessa Medeiros

2007

Introdução 
 

 “O conjunto de idéias, crenças, tradições, princípios e mitos, sustentados por um indivíduo ou grupo social, de uma época, de uma sociedade”. Esta é a definição do Houaiss para “ideologia”.

 “Modo de agir de uma pessoa ou entidade; habilidade no agir e no tratar, tendo em vista a obtenção de algo”. Esta é a definição do Houaiss para “política”

 “Ideologia e Política no Esporte” é o tema principal discorrido neste trabalho, ambos (ideologia e política) representam o esporte na sociedade seja demonstrando o que achamos sobre o esporte, seja relatando o que o esporte pretende fazer ou porventura as coisas que ocorrem por baixo do “véu” ideológico.

 Tudo tratado neste trabalho é constantemente visto no dia-a-dia de cada um de nós, apenas nos fechamos os olhos e não permitimo-nos ver o que está a nossa frente, afinal tudo tem haver conosco, mas não precisamos saber disso.

 O trabalho foi dividido em duas partes principais, a primeira parte é a ideologia que fala exatamente sobre todo o processo da idéia passada pelo esporte e da crítica feita à ideologia original, está crítica ficou conhecida como Teoria Crítica do Esporte. É descrito também sobre as críticas feitas sobre a crítica, algo bom de analisar para ter-se mais embasamento sobre os fatores. A segunda parte do trabalho é, logicamente, a política e descreverá todo o processo que fica “por trás” do esporte e que meche com a sociedade a nossa volta mesmo das maneiras mais obscuras, nesta seção realizamos uma analogia da política esportiva atual com o antigo ideal de “pão e circo” demonstrado durante o Império Romano.

 Doravante deverás ler o que aqui está presente e então abrir teus olhos e levantar os véus do esporte, passando a compreendê-lo por fora e por dentro.  

Desenvolvimento 
 

 Ideologia 
 

 Ideologicamente o esporte prende-se a diversos fatores, dentre eles temos o nacionalismo, o qual, presente de diversas maneiras é também o de maior expressão mundial, além desse temos também a expressão burguesa que define diversas regras ideológicas do esporte.

 Estes dois tipos ideológicos do esporte tiveram suas devidas representações históricas, ora prezando-se mais um, ora prezando-se mais o outro e ora pondo-os equiparados. O melhor momento histórico para comentarmos, e então chegarmos ao entendimento do nacionalismo, é o período da guerra fria. Durante esta época o mundo estava em indiscutível cisão, um lado era socialista, outro lado era capitalista, e ambos necessitavam atrair mais paises para seus respectivos “blocos”. Um dos meios encontrados para divulgar o poder do próprio bloco foi o uso do esporte como marketing de força. 

 O bloco capitalista – representado com maior força pelos Estados Unidos e pelo ocidente europeu – levou ao esporte uma ideologia burguesa, a qual, por ter sido uma das raízes do capitalismo, adaptou plenamente a este permitindo uma divulgação de que o sistema de fato funcionava conforme era prescrito. Conforme Bero Rigauer define “O esporte não é um sistema à parte, mas de diversas formas interligado com o desenvolvimento social, cuja origem está na sociedade burguesa e capitalista. Embora constitua um espaço específico de ação social, o esporte permanece em interdependência com a totalidade do processo social, que o impregna com suas marcas fundamentais: disciplina, autoridade, competição, rendimento, racionalidade instrumental, organização administrativa, burocratização, apenas para citar alguns elementos. Na sociedade industrial, formas específicas de trabalho e produção tornaram-se tão dominantes como modelos, que até o chamado tempo livre influenciaram normativamente”. Notar-se-á então que o esporte carrega tudo que a sociedade capitalista prega e, portanto pode ser plenamente utilizada por esta sem nenhum problema de adaptação.

 No bloco socialista – representado com maior força pela extinta URSS e por países do oriente – trouxe ao esporte uma ideologia mais voltada ao nacional, conforme a própria ideologia socialista, a qual prega o bem de toda a sociedade, e conforme a ideologia comunista, que prega a igualdade de toda a população – ou seja, a existência do “comum” para todos –. O ideal nacionalista prega, como vários autores descrevem, o amor à pátria, tal sentimento se iguala ao ideal socialista onde todos são – de certa maneira e em teoria – amigos do estado, por esse pensamento muitos críticos tendem a associar a ideologia nacionalista do esporte ao ideal nacionalista do exército. Em verdade há realmente muitas semelhanças, tanto o soldado quanto o atleta batalham em prol da pátria, em busca da vitória da própria nação, elevando assim o nome de seu país e – acompanhando isso – elevando o sistema seguido pelo país. Note que diversas analogias ocorrem quanto a adjetivos e que lembram a guerra no esporte, uns simples exemplos destacados são “bomba, heróis do penta, artilheiro, massacrar o adversário, batalha em campo” e outros mais, essas nos lembrarão o esporte, a guerra e, porventura, a defesa da pátria. Uma citação de Schmolinsky fala o seguinte: “(...) a educação político-ideológica dos atletas no sentido do Marxismo-leninismo para personalidades socialistas no pensamento e na ação, que estejam convencidas da correspondente vitória do socialismo no mundo todo, que mostre claramente a imutável agressividade do imperialismo e promovam a coexistência fraterna da comunidade internacional que se compõe de países sob diferentes organizações sociais.” 

 As duas principais concepções ideológicas do esporte já foram acima esclarecidas, lembrar-nos-emos então que foram descritas com base na época – guerra fria nesse caso – saindo deste contexto histórico e seguindo para o estudo ideológico em si devemos lembrar que esses dois aspectos (nacionalismo e ideais burgueses) agora se misturam tentando gerar algo – diz-se – melhor e mais poderoso, claro, não deve esquecer que o capitalismo “venceu” ao fim da guerra fria e, portanto o ideal nacionalista agora não preza tanto o social quanto antes, porém continua a prezar o “adorar a nação”. 

 A Teoria Crítica do Esporte, que “nasceu” pelos anos 60 (1960), trouxe a idéia de demonstrar as faces da ideologia esportiva. Eles não criticavam em si a ideologia nacionalista ou a ideologia burguesa, mas as ideologias esportivas em geral, pois, afinal, toda ela apresenta certo grau de erro. Toda ideologia esportiva prega um esporte de alto rendimento e a realização de um espetáculo em todos os aspectos possíveis e imaginários, portanto a teoria crítica do esporte surge para questionar isso e também a certa “dominação imposta tanto às classes subalternas quanto, de um ponto de vista mais particular, ao corpo” (como Rigauer e Brohm descrevem).

 Theodor W. Adorno talvez possa ser considerado um grande crítico à pratica esportiva, tanto que ele insiste em argumentar que “o esporte pertence ao mundo da não-liberdade” e que a prática do esporte levaria o individuo à lógica da maquinaria. Além do mais, Adorno nos dá uma interessante afirmação “(...) A afinidade original entre sociedade e divertimento, mostra-se, no entanto, em seu próprio sentido: a apologia da sociedade. Divertir-se significa estar de acordo. (...) Divertir-se significa, acima de tudo: não dever refletir e esquecer o sofrimento, ainda onde ele esteja claro.”

 Ainda falando sobre a ideologia e o esporte, Rigauer nos da umas idéias: “O caráter ideológico do esporte estaria ainda no fato de ele ajudar a consolidar o rendimento como o critério central da sociedade contemporânea, mas também porque suporia uma unidade idealista entre corpo e espírito. Também no contexto escolar o esporte manteria seu caráter ideológico, já que, como no Nacional-socialismo, estaria a serviço dos interesses do Estado”.

 Brohm nos ajudará aqui a fazer um grande resumo de tudo que a ideologia influência no esporte e porventura na sociedade. Primeiramente ele define que o esporte nos transmite três fatores interligados, seriam eles a representação da sociedade burguesa (hierarquia, obediência,...), os ideais de organização especifica (regras, recordes,...) e os “mitos burgueses” (ascensão social, sucesso, individualismo,...). O esporte também seria uma “preparação para a vida”, um caminho de vencedores e perdedores, de sucessos e falhas. Além de representar a evolução infinita, onde sempre haverá um melhor que o outro. Por fim Brohm traz-nos a mente que o esporte trás a idéia de corpo-máquina, onde o individuo age como foi programado e sem reclamar disto.

 Para clarear a idéia de corpo-máquina descrita por Brohm e idéias similares que foram definidas por grandes críticos do esporte, talvez devamos ver esta citação – assim pensavam os professores alemães na época da guerra mundial, provavelmente a segunda – e então analisar o que ela nos diz: “Os estudantes devem aprender a seguir as ordens do professor sem que seja necessário esperar por esclarecimentos sobre seu sentido. Uma criança não pode, em princípio, tudo compreender (...); em segundo lugar, há várias situações nas quais não há, por conta de alguma periculosidade, tempo para esclarecimentos. A submissão é por isso fundamental.”.

 Temos acima a citação que explica claramente o motivo da ideologia esportiva do corpo-máquina, afinal, não era algo errado, mas sim, necessário. O detalhe que deve ser analisado é para quem, verdadeiramente, isso era necessário, com certeza não seria em nada útil para aqueles que pretenderiam, depois da escola, aprender a pensar e a questionar, mas sim àqueles que iriam – após a escola – servir as forças armadas, pois, essencialmente nesta área o pensamento não deve existir, pois, como a própria citação descreveu, “há várias situações nas quais não há [...] tempo para esclarecimentos”, então, seguimos um velho dilema militar “primeiro atire, depois pergunte!”. A crítica nos leva, por fim, a pensar se o esporte deve ser mesmo algo militar, ou se isso está atrapalhando-nos. 

 Na sociedade não apenas a crítica será difundida, mas também a crítica da crítica. Nesta gama da informação, algumas contraposições não mais podem ser consideras válidas, como a utilizada por Hans Lenk: “o rendimento esportivo não pode ser compreendido como trabalho compulsório, nem como uma forma desumana de rotina e nem mesmo como trabalho ‘alienado’ no sentido que Marx atribui ao termo.”. ”Esporte e trabalho teriam diferenças claras, já que o primeiro seria puro jogo e não atividade compulsória. Além disso, a preparação para o rendimento esportivo seria um exemplo de autonomia, de atividade ‘libidinal’”. “O rendimento esportivo não é obtido por meio de pressão rigorosa, nem é vivido como tal, mas corresponde a alto grau aos interesses e capacidades dos atletas. O esportista não se relaciona de forma ‘alienada’ com seu desempenho. Este, por sua vez, não é vivido como carga ou obrigação, mas como livre escolha. Sob plena disposição pessoal o rendimento procurado é valorizado positivamente, tanto do ponto de vista emocional quanto afetivo, demarcando-se como um verdadeiro ‘gozo’.”.

 Claro, tais afirmações de Lenk são hoje facilmente derrubadas ao analisá-las um pouco a fundo, mas ainda assim podem ser utilizadas como um “véu” sobre a verdade e permanecer como algo “verdadeiro” durante certo tempo.

 Algumas das contraposições falavam essencialmente que a crítica não deveria ser realizada diretamente ao capitalismo e nem o fora, como alguns entenderam, isso pois, a nova crítica ao esporte baseava-se –como já descrito aqui– em criticar toda a ideologia e não apenas uma de suas versões. 

 Em conclusão, os dias atuais –apesar de apresentarem maior difusão das idéias– apresentam uma sociedade mais industrializada e portanto mais ligada ao pensamento da maquinaria, portanto a discussão sobre assuntos como a ideologia esportiva –em gambito geral e não apenas visando atacar um sistema– será sempre necessária. O pensamento crítico é naturalmente excluído quando o esporte nos é ensinado com ideologias, algo que será, naturalmente, impossível de eliminar, pois, afinal, a ideologia do esporte vem desde os primórdios da humanidade. Por fim, sabemos que não mudaremos a ideologia, mas podemos “dar olhos às pessoas” permitindo-as distinguir até onde essa ideologia servirá e quando passará a ser uma “mão de manipulador”.  
 

 Política 
 

 Para iniciar a abordagem sobre a política existente dentro do esporte é interessante ressaltar sobre a criação do Ministério do Esporte, algo que antes era apenas uma parte do Ministério da Educação, pois, afinal, o esporte era uma parte da educação, era algo de utilidade educacional, mas que não devia ser fundamentalmente posta como questão superior à educação. A partir do governo FHC (de 1995) foi criado o Ministério do Esporte, marcado o período que o esporte para de ser considerado educação e passa a ser publicamente posto como algo maior. 

 Esta mudança ministerial aliada à teoria – teoria, pois não apresento aqui prova de que seja verdade – de que o investimento em cultura (antes também dentro de educação) e em esportes, é superior ao investimento real em educação. Politicamente pensando o investimento em esportes é algo bom, pois de certa maneira é retornável por ser um bem consumível então mobiliza a economia nacional e permite seu crescimento. Portanto o investimento maciço em esportes – que além de gerar retorno, tem uma aparição maior na televisão – é muito mais lucrativo e inteligente do que um investimento grande em educação, algo que não terá retorno rápido que não surgirá muito na televisão.  Temos aqui, então, a visão política sobre o esporte, é algo que dará certo retorno ao político e divulgará seu nome.

 A política do pão e circo tem origens romanas, mais precisamente, ocorreu durante um período de decadência durante o governo de César. Foi um período onde a ameaça de uma revolta estava nos portões de Roma, e uma solução era urgente. César achou uma solução simples, ele não deu aos possíveis revoltosos o que eles realmente desejavam, mas ao invés disso, deu-lhes algo para suprir suas necessidades momentâneas. O povo começou a ganhar sempre pão e foi incentivado a ir constantemente ao Coliseu, o maior “circo” romano, onde todos veriam gladiadores a lutar, feras a matar pessoas e cristãos a serem sacrificados. Assim era naquele período e assim o povo acalmou-se, pois ficou ocupado com algo e não tinha tempo para pensar em revoltas. O Príncipe, de Maquiavel, - livro de 1532, mas que ainda hoje é lido e utilizado para aprender a manipular o povo ou administrar uma instituição– descreve que quando você for realizar um bem deve fazê-lo aos poucos pois assim o povo será grato a você e se lembrará por mais tempo, mas caso vá realizar um mal, deve fazê-lo de uma só vez, para o povo sentir uma única vez e então ser mais fácil de controlar do que um mal sentido várias vezes. Hoje em dia, o pão e circo e o processo maquiavélico são politicamente utilizados tendo o esporte como um dos principais instrumentos. No caso brasileiro, o futebol é o prazer da população, portanto, enquanto assiste e acompanha o jogo, enquanto anota nas tabelas os resultados dos jogos, enquanto vai aos estádios para pular a favor e contra um time, enquanto entra em torcidas organizadas e sai a brigar pelas ruas, enquanto tudo isso acontece, lá em cima, na política, continuam a destruir o país, apenas conseguindo, ao menos, evitar que as pessoas se revoltem em protestos, pois, afinal, estão ocupados jogando. 

 A política faz isto com o povo, não importa se o povo considera que é diversão, que é um alivio da sociedade ou que saiba – o que é uma raridade – do que ocorre na política, nada disso importará quando se analisa a política, pois só será visto aquilo que interferiu na política, e todos sabemos que discussões dentro de um bar não abalam em nada a política – exceto se quem estiver no bar for um político ou se o bar for de alguma instituição política... Mas nestes casos são exceções à regra -. A política esportiva então continua sem ser interrompida.

 Nos tempos atuais a política direta do esporte – refiro-me ao ministério dos esportes – tende a divulgar um papel de trabalho social, demonstrando de certa maneira de que o esporte é algo aprovado politicamente para melhorar a sociedade, isso também leva a tudo visto acima, ou seja, controle (pão e circo) e divulgação do nome (marketing pessoal). Não podemos negar que realmente o esporte tem uma boa participação social  quando se trata de diversos temas, também não podemos negar que essa participação social poderia ser pregada também com investimento correto em escolas. 

 Um breve exemplo de como a política esportiva vem sendo bem tratado neste período, trago uma citação:

 “Ao criar o Ministério do Esporte, o governo do presidente Lula já demonstrava a prioridade que pretendia dar ao setor, como instrumento de inclusão social. Em menos de um ano, o Ministério apresenta resultados altamente positivos. O segredo disso está na mobilização social, no aproveitamento da enorme vontade de participação da sociedade brasileira.”

 “Vale lembrar que, segundo dados da ONU, citando os Estados Unidos como exemplo, para cada dólar investido em esporte, são economizados 3,2 dólares em gastos com saúde.”

 Estes são apenas alguns bons trechos da divulgação feita pelo Ministério do Esporte. Sim, é uma coisa boa o que está sendo feito, mas devemos nos lembrar de que há também o fator de que isso está sendo divulgado para difundir o nome de um governo.  

 Não há mais como separar o esporte da política, são dois fatores diferentes, porém interligados, afinal, ambos mechem com a população brasileira, e estarão sendo mutuamente influenciados. Não devemos temer o esporte apenas por ele ser um instrumento da política, pois afinal, seria impossível não ser, devemos apenas aproveitar do esporte e saber distinguir até onde estamos falando do nosso bem e quando começamos a falar do que é bom para os políticos. Esta é a peça chave, saber distinguir que você deve ver a politicagem por trás das ações, porém deve também – quando desejar – desfrutar dos esportes. 

 Conclusão 
 

 A ideologia e a política do esporte são fatores presentes constantemente e que nunca deixaram de estar presentes. Devemos então ter sempre os olhos abertos e não permitir que os véus do não-conhecimento cubram nossos olhos, porém também não devemos carregar uma carga paranóica e, portanto deixar de praticar esportes só porque são influenciados.

 Ambos (ideologia e política) são utilizados para manipular a população e para não permitir ao povo a “dádiva” do pensar e do teorizar, quando criticamos o esporte – tal como foi feito ao gerar a Teoria Crítica do Esporte – nós quebramos essas barreiras.

 Naturalmente as pessoas são levadas a seguir as ideologias esportivas cegamente e, devido a isso, se deixar levar pela política. Note que ambos os temas são totalmente interligados, a ideologia auxilia a política e a política auxilia a ideologia, pois um mantém o outro e o acoberta.

 A batalha contra estes ideais seria algo infinitamente complicado, portanto não nos é aconselhado, porém devemos sim demonstrar aqueles que já podem abrir os olhos a verdade por trás dos véus do esporte. Aprender essa verdade é o primeiro passo, o segundo passo será transmiti-la, quem sabe um dia saibamos evitar sermos tão influenciado. 

Referências 
 

 1.http://www.multirio.rj.gov.br/seculo21/texto_link.asp?cod_link=1248&cod_chave=1990&letra=c 

 2.http://www.lazer.eefd.ufrj.br/espsoc/html/es102.html 

 3.http://esporte.uol.com.br/reportagens/especial_68.jhtm 

 4.http://www.vermelho.org.br/museu/principios/anteriores.asp?edicao=68&cod_not=284 

 5.http://www.espacoacademico.com.br/043/43bueno.htm 

 6.http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/06/355892.shtml 

 7.http://pt.wikipedia.org/wiki/Ministério_do_Esporte_(Brasil) 

 8.http://www.esporte.gov.br/boletim_email/boletim_politica_nacional.asp 

 9.MACHIAVELLI, Nicoló.4ª Edição. O príncipe. Rio de Janeiro: DIFEL,2006

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