Virtuoso é quem tem virtude

Presencismo: Apresentação

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Presencismo

Brevemente, assim que eu encontrar o texto original utilizado na apresentação sobre o período literário do modernismo de portugal: O Presencismo, colocarei as explicações para as imagens aqui.

Por enquanto, deixarei disponível as imagens da galeria "presencismo: apresentação", quais foram utilizadas pelo meu grupo (Eu, Fabrício e Diogo) durante o ano de 2008 para realizar uma apresentação sobre o tema.

As imagens da apresentação dão um resumo em tópicos do assunto, que pode ser utilizado como guia de estudo para aqueles que já leram sobre o assunto, sugiro que vocês acessem os links onde encontramos o material para preparar as imagens.

Abaixo, os tópicos:

>Presencismo

>>Arte pela vida

 

 >Período

>>Sucede o Orfismo.

>>Elege certos autores orfistas como mestres

>>Influenciado pela Nouvelle Revue Française (1908)

>>Surge: com a revista Presença: 10-mar-1927

>>Acaba: durante 2ª Guerra Mundial: 1940

 

>Presença

>>1927. Fundada por Branquinho da Fonseca, José Régio e João Gaspar Simões.

>>1930. Branquinho abandona [nº27], Adolfo Casais Monteiro dá continuidade.

>>Colaboradores: José Régio, Adolfo Rocha, João Gaspar Simões, Miguel Torga, Irene Lisboa, Carlos Queirós, Saul Dias, Alberto de Serpa, Adolfo Casais Monteiro, etc.

>>56 números ao total. >>Redação: Coimbra [Rua Flores]; Lisboa

>>Mais do que uma revista: uma sociedade.

>>Em suas páginas havia: crítica de literatura, de cinema, pintura, escultura, música, além de área literária, filosófica, e de artes gráficas.

>>Editorial Presença publicou diversas obras, as antigas idolatradas e as novas do modernismo aceito por eles.

 

>Características

>>Negativas

>>>Individualismo

>>>Esteticismo exagerado

>>>Mais crítico que criador.

>>>Rejeita o formal (não-artístico)

>>>Não se preocupa com o social. (em meio à segunda guerra, não se usava da arte para críticas sociais)

>>Positivas

>>>Não se constrói um estilo, se é conquistado.

>>>A arte deve ser sincera, não artificial.

>>>Introspecção, Criatividade e Liberdade.

>>>Foca-se a emoção e estética das obras, dando prioridade ao ser, explorando o ser psicanaliticamente.

 

>Partes da Revista

>>Esta é uma declaração anônima realizada na 8ª edição, publicada em dezembro de 1928. (Presença nº8)

>>>Todos os grandes Artistas interpretam - isto é: revelam através da sua personalidade artística - verdades essenciais, universais, eternas. É por isso que aparentemente a Arte é tanto mais anti-social quanto mais original e sincera: não são fraternidades artificiais ou superficiais que a Arte denuncia aos homens. São comunicações sutis, profundas e subterrâneas.

>>Publicada em outubro de 1930. Ano o qual Branquinho da Fonseca abandona a revista, por se sentir pressionado pela censura (Presença nº28)

>>>Em questões de arte ou pensamento, - presença não reconhece chefes, nem legisladores, nem ditadores. Se entre os seus colaboradores algum apareça em quem a força do temperamento, a capacidade afirmativa ou construtiva e as tendências autoritárias denunciem uma predestinação de ditador, - presença não julga, por isso, dever eliminá-lo de seu colaborador. Mas o que nele lhe interessa é o homem como homem, o pensador como pensador, o artista como artista. Aceita nele uma personalidade poderosa, em o sendo, - mas fica indiferente aos ditames de ditador.

>>Novembro de 1939. Perto do fim da revista, surgem algumas críticas sociais. (Página Indiscreta)

>>>“Impossível fazer avançar o mundo e salvar a humanidade sem abater esses inimigos públicos, - modestos trabalhadores intelectuais assim alçados à categoria de um Hitler... ou dos Staline.” (José Régio)

>>>“Mas nesses tempos que vão correndo, quem toma já a sério as virtuosas palavras, que não fique logo com receio das obras? Tanto mais que o sr. R. G. parece ter grande ternura por Hitler... E de-facto, as obras são o diabo!” (Adolfo Casais Monteiro, referindo-se a Ressano Garcia)

>>O último número da presença anunciava uma crítica à Mensagem, de Fernando Pessoa. Para mostrar o quanto eles gostavam e admiravam Fernando Pessoa, vendo-o como o maior e menos compreendido poeta da época.

>>>É um livro superiormente sentido, pensado e escrito; mas no qual não pode caber em toda a sua riqueza a personalidade do poeta. Por isso pedíamos então a Fernando Pessoa que reunisse em outros livros outros dos seus poemas, — ajudando assim ao público a entendê-lo e a conhecê-lo melhor. Entretanto, Fernando Pessoa morreu. “O poeta nunca morre...” cantava José Duro até à morte com a doença e a desgraça. Fernando Pessoa partiu inesperadamente a juntar-se com o seu amigo Mário de Sá-Carneiro, ao seu querido Cesário e aos Outros. Cabe, agora, àqueles que têm a honra de possuir ou manusear os seus manuscritos, a fervorosa obrigação de publicar a obra de que Fernando Pessoa nos deu tão preciosos fragmentos. Só depois de ela publicada poderão ser tentados os estudos de conjunto que exige. No entanto, as coisas dispersas que Fernando Pessoa generosamente espalhou por quantas revistas o procuraram — são já um tesouro onde todos podemos ir enriquecer-nos. A Presença foi uma dessas revistas. O seu próximo número será inteiramente consagrado ao grande poeta que lhe deu algumas das mais belas páginas que ela publicou. Esta breve notícia não quer senão significar sem atraso o frio que nos deixa no coração a tua partida antecipada, Fernando Pessoa. Mas o poeta nunca morre. Morrem, sim, aqueles que toda a vida se empenham por negar a eternidade. Fica-nos a tua alma, — posto que revelada imperfeitamente: pois nenhuma obra de poeta, por mais perfeita que seja, lhe pode revelar perfeitamente a alma divina e humana. Fica-nos essa tua obra, superior na própria impotência transcendente: pois toda a grande arte faz adivinhar ainda maior do que ela a alma que a criou. E fica-nos o teu exemplo de poeta que não quis ser senão poeta — sendo, ao mesmo tempo, tudo o mais que todo o grande poeta é.

 

>Complementos

>>É, em si, um romantismo – liberdade e fuga das formas “certinhas” – realista e naturalista – basea-se na análise do ser e no psicológico.

>>“Gera” a crítica literária em Portugal

 

>Bibliografia

>>http://www.unimar.br/ciencias/7-32-2.html

>>http://www.infopedia.pt/$presencismo

>>http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_248

>>http://www.mundocultural.com.br/index.asp?url=http://www.mundocultural.com.br/literatura1/modernismo/portugal/2momento_presencismo.html

>>http://www.revistazunai.com.br/ensaios/caio_gagliardi_introducao_presenca.htm

 

 

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